Ciência

Sou pesquisador(a), por que preciso de um site?

A rotina de um professor universitário é bem pesada. Isso porque ele não costuma exercer apenas a função de preparar aulas expositivas e práticas mais a avaliação, também está incluído no pacote as atividades de extensão e pesquisa com orientação e outras dentro do chamado tripé acadêmico. Com tantas atividades, por que um professor pesquisador também precisa se preocupar em ter um site próprio?

Além desses diversos papéis serem exigidos pelas universidades e institutos de pesquisa, isso também é valorizado nas avaliações internas dessas organizações, motivo para que todas essas atividades estejam relatadas no Currículo Lattes de cada profissional. No entanto, essas plataformas não ajudam na divulgação de todo esforço que o acadêmico exerce na sua carreira científica, sendo interessante investir em um site próprio do pesquisador, do laboratório ou grupo de pesquisa que atua na universidade.

Isso acontece porque o objetivo do Currículo Lattes é ter o cadastro de todos os pesquisadores de forma padronizada, com objetivos claros. No entanto, os currículos não abrem espaço para personalização e nem que as informações sejam encontradas com mais facilidade, conforme relata o engenheiro químico e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Sávio Vianna:

“Se você pegar, por exemplo, o Currículo Lattes, verá que aquilo é uma coisa engessada. Ali tem um padrão igual para todo mundo. Ou seja, não tem um toque seu. Você só faz uma página como a que a gente fez, o que acontece? Há uma cumplicidade de quem está fazendo, no caso foi o Galoá, e das minhas ideias. Então, a gente senta e conversa. “Olha, acho que vou fazer assim.”, “Não, não faz assim, é melhor desse jeito”, então, você tem um suporte e pode deixar o site a sua cara. Além disso, depois que o site está montado, se eu chegar e falar “Olha, quero mudar esse texto aqui, quero dar uma cara nova”. Eu tenho essa flexibilidade. No Lattes ou o “Quem Somos” da Unicamp, por exemplo, eu não tenho essa flexibilidade, eu tenho que seguir uma coisa meio cartesiana.” - Prof. Dr. Sávio Vianna (Unicamp)

Esses são alguns pontos que o engenheiro químico compartilhou conosco sobre os motivos que lhe incentivaram a fazer um site próprio que reúne toda sua pesquisa, publicações e também atividades de divulgação científica. Confira a seguir outros motivos do ponto de vista de quem desenvolveu os sites conosco:

 

Motivos para ter um site para pesquisador ou um site para grupo de pesquisa

Segundo Sávio Vianna, são três eixos principais que os pesquisadores e professores precisam refletir e avaliar sobre a importância de se ter um site próprio que facilitará diversas atividades futuras, principalmente no recrutamento de novos orientandos para o laboratório e que queiram atuar em sua mesma linha de pesquisa.

 

1 - Alinhe seu site com a linguagem das novas gerações

O professor da Unicamp lembra que temos que assumir que a tecnologia e a internet inovaram diversos setores ao facilitar a comunicação. As novas gerações já nascem em um mundo que a tecnologia nos rodeia, motivo para sempre estarem conectados em alguma rede social.

Essa mudança não é vista como prejudicial pelo pesquisador, pelo contrário, a internet possibilitou rapidez na comunicação, o que é importante para todos os setores, inclusive para a ciência.

Ou seja, em vez dos alunos terem que ir aos departamentos para buscar informações sobre suas linhas de pesquisa ou se perderem em plataformas institucionais, com uma boa construção do site, essas informações são indexadas no Google e chegam mais rápido para os alunos.

 

2 -  Faça do seu site uma vitrine da sua pesquisa

Com um site próprio para pesquisador, você pode reunir de forma harmônica e com layout agradável suas pesquisas, indicando possíveis repositórios, anais e revistas que os interessados podem buscar.

Da mesma forma, você pode oferecer aos seus alunos um lugar fixo que reúne toda a bibliografia da disciplina ou do grupo de estudos, tendo mais funcionalidades.

Ter uma vitrine atraente sobre a sua pesquisa não é algo interessante apenas para buscar seus futuros orientados, mas também para estar em evidência e conseguir novas parcerias nacionais e internacionais.

A exposição também pode lhe deixar em destaque para que jornalistas e outros profissionais com trabalho em divulgação científica possam conhecer suas atividades, valorizando seu empenho e lhe convidando para programas de popularização da ciência. Além do valor social em compartilhar e tirar de dentro dos muros da academia a ciência, tecnologia e inovação desenvolvidas, você pode conquistar influenciadores que divulguem seu trabalho, tornando-se uma referência e, quem sabe, recebendo mais citações.

 

3 - Divulgue a ciência com um site próprio

Próximo ao tópico anterior, esse é outro nobre motivo para se ter um site. Nele você pode reunir suas participações em atividades de divulgação científica ou ser um produtor de conteúdo dentro do site.

Isso é possível porque você pode ter um blog, vlog ou podcast, tornando seu site uma estação multimídia para experimentar essas comunicações. Sávio Vianna também defende a importância de se preocupar sobre essas ações:

“Sinceramente, eu acho que no Brasil isso (popularização da ciência) é muito, muito tímido ainda, entendeu? A importância disso é imediata. Essa violência, essa corrupção, tudo o que a gente vê aí é detrimento da falta de educação. No que tange a ciência, se você divulga na internet… Na minha época não tinha nada disso. Como eu tinha acesso à ciência? O acesso que eu tinha era a Superinteressante que era uma revista super bacana. Então, era esse o acesso que tinha à informação. Via um trabalho da Unicamp, da USP, da UFRJ, da UFMG... Tinha sempre assuntos super interessantes e de vários focos. Aquilo me enchia do ponto de vista da ciência popular. Nos dias de hoje, você ir  a banca e comprar uma revista já é uma coisa que está meio caindo em desuso. A ciência hoje não está mais nas versões impressas, é tudo no tablet. Se você tem um site, acho que ele é simplesmente uma pontinha do iceberg para você divulgar a ciência. [...] A importância é que o jovem tenha acesso àquilo ali e descubra se gosta ou não ou se é absolutamente apaixonado por isso.” - Sávio Vianna (Unicamp)

O engenheiro químico ainda exemplificou outras ações que contribuem para a popularização da ciência e que devem ser apresentadas no site que reúne as atuações do professor para mais pessoas conhecerem e valorizarem a profissão de pesquisador, como atividades de Iniciação Científica Jr. para alunos do Ensino Médio.

Os alunos bolsistas recebem mensalmente R$ 100,00, mais o transporte para ter uma vivência dentro dos laboratórios, com conceitos aprendidos no ensino médio e uso de ferramentas comuns em algumas áreas da pós-graduação. No caso dos bolsistas orientados por Sávio Vianna, os alunos experimentaram ferramentas como o CAD, aprenderam a montar maquetes em pequena escala com base em uma planta de engenharia e viram alguns princípios e experimentos de fluidodinâmica computacional, área que o engenheiro pesquisa na Unicamp.

Esses foram os principais eixos apresentados por Sávio Vianna, que foi convidado a ser um dos colunistas no Galoá e maximizar ainda mais sua atuação em promoção da ciência brasileira.

 

Motivos para ter um site para pesquisador com o Galoá

O Galoá é especialista em sistemas e diferentes ferramentas voltadas para ciência, o que também inclui sites acadêmicos, para eventos científicos, pesquisadores e grupos de estudo.

Com todo conhecimento e atuação na ciência brasileira, Sávio Vianna justificou sua escolha pelo Galoá principalmente por ser a empresa, em suas palavras, “top of mind”, Ou seja, a primeira que é lembrada com uma atuação de qualidade e atenção nos objetivos dos seus clientes no Brasil.

Confira a seguir outras razões para se fazer um site para pesquisador com o Galoá, na visão do professor da Unicamp.

 

Rápida interação com o cliente na construção do site

Sabemos que, no Brasil, o professor universitário acaba acumulando diversas funções para atender a premissa do tripé acadêmico (Ensino, Pesquisa e Extensão). Em uma rotina tão agitada, o melhor é ter uma empresa responsável e com uma comunicação dinâmica, como o engenheiro conta sobre sua experiência no Galoá:

“Basicamente, a interação foi bastante suave, rápida e tudo digital. Nada de pegar o telefone e ligar. Passo um e-mail, quando aquela bola está quicando ali eu faço outras atividades aqui e de repente aparece um e-mail de vocês ao longo do dia. Então, foi bastante dinâmico e não atrapalhava o meu fluxo de trabalho. Eu poderia passar uma atividade, discutir um conteúdo às 8h da manhã por e-mail e ir embora. Quando chegava em casa para almoçar ou no meio do dia, pegava o meu celular e já tinha uma resposta. Foi muito bom isso.” - Sávio Vianna (Unicamp)

 

Construção de um site atraente, harmônico e com fácil atualização

A equipe do Galoá é composta com especialistas de diferentes áreas, incluindo de design digital. Ou seja, não apenas uma peça bonita, os sites para pesquisadores e grupos de pesquisa são construídos em parceria com o cliente para transmitir sua identidade de uma forma limpa e harmônica.

Vianna se mostrou contente pelo resultado final e ainda comentou que outros colegas perguntam qual empresa foi responsável pelo site.

A equipe de Sucesso do Cliente também está atenta a possíveis alterações solicitadas pelo pesquisador. Isso mostra que o Galoá é um serviço de concierge que atua nessas atividades técnicas e burocráticas, sem atrapalhar a rotina de um professor universitário:

“Por exemplo, eu sei que se eu tiver um texto novo, já aconteceu várias vezes, ou de achar um erro no texto, eu mando um texto novo e é bem simples. E sem metáfora ou exagero, em uma hora o site está atualizado com a nova informação.” - Sávio Vianna (Unicamp)

 

O Galoá tem o melhor custo benefício na construção de um site

Sávio nos contou que a primeira empresa que ele pensou quando viu a necessidade de ter um site próprio foi o Galoá. Isso porque não somos apenas como especialistas em softwares, mas também somos especialistas em ciência, evitando dores de cabeça com uma empresa que não esteja alinhada aos mesmos objetivos do pesquisador ao colocar no ar o site.

Essa ideia foi reforçada ainda mais porque o site do 1º Congresso Brasileiro de Fluidodinâmica Computacional (CBCFD), que o engenheiro foi um dos organizadores, foi desenvolvido com sistemas de inscrição e submissão de trabalhos pelo Galoá, mostrando na prática a responsabilidade e domínio no setor da empresa.

E o último ponto, mas não menos importante, é o custo, como podemos conferir nas palavras do professor:

“O que acontece é o seguinte, primeiro, se pensar em pontos de mercado, o Top of Mind nessa área de comunicação da ciência e elaboração de páginas de congresso entre jovens e outros assuntos da ciência no Brasil é o Galoá. Eu não conheço nenhuma outra empresa que esteja fazendo isso. A segunda coisa é que eu já tinha trabalhado com vocês no primeiro CBCFD e já conhecia o trabalho de vocês desde a época do COBEQ, quando vocês fizeram a página em algumas edições. [...] Eu cheguei a cotar com uma outra empresa, uma empresa americana que fez o site do Marcelo Gleiser, que é um físico brasileiro radicado nos Estados Unidos. Mas era muito caro, não lembro quanto, mas era muito caro. Esse foram os ingredientes para que eu fizesse o site com o Galoá” - Sávio Vianna (Unicamp)

Gostou de conhecer os motivos para se ter um site de pesquisador ou grupo de pesquisa e porquê fazer com o Galoá? Se tiver mais dúvidas para montar seu site, mesmo que seja para um evento, ou quiser um orçamento sem compromisso, deixe seu contato no formulário abaixo.

Ficaremos felizes em lhe ajudar a ter um site atraente que valorize seu trabalho e dedicação.

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“O trabalho da Galoá é excelente, já havíamos experienciado antes e esperamos nas próximas edições trabalharmos novamente com a Galoá. Isso porque o suporte está sendo ótimo, tudo é resolvido de maneira eficaz e eficiente.” Geovana Lunardi da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)