DOI e ISSN

Faz diferença ter DOI em artigos de revistas científicas?

A cada dia que passa, o DOI (Digital Object Identifier) se torna mais presente na rotina de todos os pesquisadores. É o Currículo Lattes que abre campo para o código, congressos e simpósios que anunciam o depósito de DOI para todos os trabalhos inseridos nos anais ou proceedings e a exigência do DOI em artigos de revistas científicas também cresce, como abordaremos no texto de hoje.

 

Quais as principais vantagens de se ter DOI?

Antes de mais nada, vale lembrar que o DOI é um código alfanumérico que pode ser usado como link inquebrável. Isso faz com que ele identifique e proteja os arquivo de serem corrompidos.

Por exemplo, imagine a clássica situação de você estar fazendo o levantamento bibliográfico de uma pesquisa, encontra referências que parecem ser super interessantes e que valeriam a pena olhar pelo menos seus resumos, no entanto, você nunca conseguiu encontrar o texto original. A sensação é bem desoladora não? Para solucionar problemas como esses entre outros que o DOI vem sendo requisitado.

O código DOI também é único, o que torna mais fácil a contabilização de citações, pois evita distorções como duplas citações ou citações perdidas. Quando compartilhado na forma de link, a sequência também se torna um aliado para o cálculo de métricas alternativas.

Para entender mais sobre os motivos de uma revista científica depositar o DOI, conversamos com o Prof. Dr. Gilvan Ventura, historiador que atua com pesquisa e docência sobre História Antiga e Medieval na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e editor da revista Romanitas, que depositou DOI em todos os artigos com o Galoá.

 

Romanitas: Revista de Estudos Grecolatinos

A Romanitas é uma revista semestral e multidisciplinar com objetivo de difundir análises e novidades entre especialistas de Antiguidade Greco-Romana, em especial, de História, Arqueologia e Letras Clássicas.

Com sua publicação, o editor relata que a equipe pretende “dar visibilidade à produção nacional e internacional sobre as sociedades clássicas, razão pela qual a revista aceita artigos publicados em português, espanhol, inglês, francês e italiano”.

Para conseguir atender esse campo acadêmico com eficiência, a Romanitas não se dedica apenas à publicação de artigos científicos. Em cada fascículo são apresentados um Dossiê, ou seja, artigos sobre um mesmo tema, Temas Livres, Resenhas e Entrevistas.

Segundo Ventura, a revista científica de História busca sempre prestigiar pesquisadores brasileiros ou estrangeiros de destaque no tema do Dossiê para serem entrevistados.

No caso das Resenhas, ele explica que devem ser sobre livros que tenham sido publicados com período máximo de dois anos, assim, a revista se mantém relevante ao apresentar novas obras para os seus pares, ação que o historiador acredita que deva ser mais incentivada, já que diferente de outros países, o Brasil ainda não mantém firme a publicação de resenhas críticas de obras recentes.

O periódico Romanitas é uma iniciativa do Laboratório de Estudos sobre o Império Romano da UFES.

 

DOI para periódicos no Galoá: Caso da revista Romanitas

Nada melhor que entender a importância do DOI para as revistas científicas do que pelas palavras de um dos editores que depositam DOI em seus artigos com o Galoá. Por isso conversamos com o editor e historiador da UFES, Prof. Dr. Gilvan Ventura, sobre a experiência da revista Romanitas com o registro de DOI.

Confira a seguir nossa breve entrevista:

 

A revista deposita DOI para seus artigos. O senhor poderia explicar qual é a importância de se depositar DOI em artigos científicos?

O depósito do DOI no Galoá é importante para a integração da plataforma de Romanitas com outras plataformas e com indexadores, em especial os estrangeiros, que já exigem que os artigos contenham o registro do DOI. Além disso, o registro também é levado em conta nos sistemas de avaliação dos periódicos como o Qualis. Ou seja, trata-se de uma inovação que pouco a pouco tem se tornado uma exigência, no sentido de conferir mais valor aos periódicos eletrônicos.

 

Como o senhor mencionou, no depósito de DOI a revista Romanitas optou por contratar os serviços do Galoá, por quê? Quais são as vantagens que oferecemos e foram decisivas na escolha?

A opção pelos serviços do Galoá se deve ao fato da boa reputação da empresa na área. À época da contratação do serviço fizemos contato com outras empresas, mas obtivemos melhor receptividade no Galoá, que nos atendeu prontamente.

 

Bem legal esse retorno. Existe mais alguma ação do Galoá que a equipe considera interessante? O que acham do nosso trabalho no geral?  

No geral, o trabalho com a Galoá até o momento tem sido satisfatório. Fizemos a aquisição de um pacote para cobrir todos os números anteriores já lançados e não tivemos problemas na implementação dos registros. As alterações que se faziam necessárias foram sanadas em tempo hábil.

 

O senhor recomendaria o Galoá para outras revistas? Por quê?

Recomendaria para outras revistas sim, da mesma forma que me recomendaram o Galoá, em função da competência na prestação do serviço. Faço votos que a empresa siga sempre assim, porque, infelizmente, no Brasil, não temos tradição de se valorizar a eficiência na prestação de serviços. É muito comum uma empresa se estabelecer no mercado, criar um capital simbólico favorável, mas logo depois perder o rumo, comprometendo a qualidade do serviço.

 

E você? Tem interesse em saber mais sobre DOI e como depositar com o Galoá?

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"O DOI é fundamental para a pesquisa de materiais indexados e manutenção do periódico bem avaliado. Por isso cotei os custos de depósito do DOI e, no comparativo de preços e serviços, o Galoá foi quem ofereceu o melhor pacote." - Prof. Dr. Anderson dos Reis (UFMT e revista Territórios & Fronteiras)